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Publicado em 9 de Nov de 2005 às 15:22

Confessions On A Dancefloor trás Madonna de volta

Difícil saber quem substituiria Madonna no posto de rainha do P o p se por acaso ela desaparecesse, e a boa notícia para o P o p decadente de hoje é que ela está mais viva do que nunca, viva e se reinventando. Seu novo álbum vazou na rede, há quem diga que isso já faz parte do marketing para o lançamento no dia 15. ‘Confessions On A Dancefloor’ leva qualquer um a uma viagem muito bem planejada ao futuro da dance music e segundo ele esse futuro é na verdade uma reconstrução do que se dançou nas discotecas nos tempos da brilhantina no maior estilo braço esquerdo para cima e direito para baixo, acrescentando o estilo inconfundível da diva. Um detalhe é que o disco foi mixado de forma que não deixasse espaços em branco entre as faixas, daqueles para colocar no player e deixar a festa rolar.

Capa: Confessions On A Dancefloor

Como de costume o álbum é aberto pelo primeiro single. “Hung Up” já toca nas rádios e é sem dúvidas a melhor escolha para abrir um álbum como esse, brincando com o tempo tanto na letra quanto no sampler de “Gimme Gimme Gimme” do Abba, a faixa resume as características do disco: vocais harmônicos, sintetizadores e batidas fortes mesmo nas faixas mais românticas como “Forbidden Love”. O começo é seu ponto mais dançante, “Get Together” e “Sorry” são uma ótima continuação para a impressão deixada por “Hung Up”, faixas com cara de TOP 5.
“Future Lovers” trás um pouco do que Madonna já apresentou em Ray of Light e junto com “Sorry” e “Like It Or Not” prova que músicas dançantes não precisam ter letras fracas.
“How high” foi a escolhida para brincadeiras e experimentos vocais muito bem-vindos precedendo a faixa mais inovadora e impressiva do disco, “Isaac” é um mergulho no universo de uma Madonna mística, mas que inova no fato de não cair no lugar comum da calma que o misticismo trás. Dançar ao som de arranjos indianos e sampler de um vocal que ecoa frases em hebraico é uma surpresa e uma experiência que deve ser vivida pelos amantes do P o p.
Co-composto e Co-produzido por ela em parceria com o inglês Stuart Price, o disco explora toda a força dos sintetizadores e o assunto preferido das pistas de dança: o amor. Mesmo se for o amor sentido por uma cidade como em “I Love New York”. A letra parece mais uma explicação do que leva Madonna a morar na Europa, mas sempre estar em NY, cidade que a projetou como cantora. E o berço de um álbum divisor de águas como esse tinha que ser a Europa.
O lado político não muito bem explorado no álbum anterior deu espaço � s confissões de uma Madonna madura, mas que só agora descobriu que o P o p serve mesmo para jogar frases de amor fora e soltar xingamentos na hora e da forma certa. Um prato cheio para os fãs da dance music, uma obrigação para os da música P o p.

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  • como assim vc esqueceu de Push?? música pro guy ritcher e uma das melhores do CD??!
    CD perfeito!

  • Mano, achei Push muito “Britney Spears”, apesar de não achar a música ruim.

  • Pingback: Vestiário | Confessions On A Dance Floor; Madonna ()

  • ghvykld

    confessions on a dancefloor é,pelo menos na minha opinião,o segundo melhor álbum da madonna,perdendo apenas para ray of light.as minhas preferidas do álbum são forbbiden love,a extasiante jump,e as orientais isaac e push.

  • Pingback: Madonna quer se confessar // Vestiário ()

Sobre

Nascido em 1984 é Desenvolvedor Web autodidata desde 2002. Hoje especialista em Design da Informação pela UFPE é Designer na equipe de UX no VTEX Lab (núcleo de inovação para ecommerce), da VTEX.

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